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  • Invictus pela ótica do AutoconheCINEMA

    Você sabe o que é autoconhecinema?

    É a capacidade de observar uma obra Cinematográfica sob a ótica do autoconhecimento e do desenvolvimento humano.

    O objetivo deste texto é trazer luz sobre Invictus (filme de 2009, dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Morgan Freeman e Matt Damon), que aborda questões interessantíssimas e podem nos fazer refletir sobre temas como Inteligência Emocional, Liderança, Comunicação, Engajamento, Preconceito e Persuasão.

    “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar” (Nelson Mandela).

    Esta célebre frase de Nelson Mandela, além de poderosíssima, demonstra como ele conseguiu agir para fazer uma nação inteira quebrar o ciclo de ódio proveniente da segregação ocorrida em 46 anos de Apartheid.

    Para quem não teve muito contato com a sua história, o filme consegue sintetizar bem, demonstrando aspectos do presidente que te fazem compreender o quão justo foi que ele tenha sido contemplado com o prêmio Nobel da Paz.

    Parece que a base de sua filosofia está em encontrar o elo entre os discursos. Aquilo que conecta, mais do que aquilo que separa. Em que parte os discursos opostos se encontram? Como chegar a um consenso, a um ponto de equilíbrio? Como amenizar o conflito para que ele deixe de ser mero desgaste, para que não perpetue o retrocesso ou a intolerância?

    O rugby simbolizava o fracasso social da época no país, com torcidas divididas, sem apoio da grande massa, sem uma expectativa a ser superada. Percebendo isso e reconhecendo o potencial disso, Mandela cria a ponte, facilita o diálogo para com o capitão da seleção sul-africana.

    O capitão François teve a chance de conhecer o presidente de seu país e rapidamente transformando aquilo que sentia em relação ao Mandela (fosse o que fosse) em admiração. O próprio capitão tem características semelhantes em sua forma de liderar e pôde aproveitar da experiência de Mandela para aprimorar e rever sua postura com o time para instiga-los e também inspirá-los.

    Dito tudo isso, cabe colocar a primeira pergunta reflexiva para você praticar o seu autoconhecinema:

    1. Sobre liderança. Mandela, em determinado momento, pergunta para François: “Como você faz para inspirar seu time para que eles façam melhor do que eles acreditam que são capazes?” e eu replico esta pergunta a você: “Como você faz para inspirar as pessoas a sua volta a fazer o melhor, quando eles mesmos não acreditam tanto em si mesmos? Você possui esta habilidade?”

    Ao entrar na cela de Mandela, François demonstra um perfeito exemplo de exercício e prática da empatia, ao literalmente estar no lugar de Mandela, buscando sentir o que ele sentiu estando preso ali por 27 anos, se questionando como o homem saiu sem sentir raiva ou mágoa daqueles que o mantiveram lá. O que, aliás, era uma dúvida geral que alavancava a curiosidade das pessoas.

    2. Sobre Empatia.

    Você se considera uma pessoa empática? O quanto você acredita ser capaz de enxergar as coisas sob a ótica alheia?

    Nelson Mandela parecia ter as palavras certas e criar os momentos certos para dizê-las, não tinha receio de entrar em um lugar em que suas ideias pudessem não ser bem-vindas. Tinha objetivos muito claros e conhecia ferramentas de discurso eficazes para alcança-los. Além de ser um grande exemplo de resiliência, um conciliador eficaz e um mensageiro que deixou um grande legado em atitudes e palavras.

    3. Sobre Legado.

    Qualquer que seja o legado que você esteja deixando, acredita que têm construído a sua trajetória mais através de atitudes ou de palavras? Mais do que isso, você se orgulha do legado que acredita estar deixando até aqui?

    Autoconhecinema é assim. Olhar profundamente para as questões abordadas pelos filmes e trazer para o nosso processo evolutivo.

    Até a próxima análise.

    Sobre o autoconhecinema

    Autoconhecinema é uma metodologia de desenvolvimento humano criado pelo Roteirista de Cinema Luciano Luna em parceria com a Psicoterapeuta Lidiane Luna e tem por objetivo promover o autoconhecimento a partir de discussões em grupo sobre grandes clássicos do cinema.

  • À Procura da Felicidade pela ótica do AutoconheCINEMA

    Você sabe o que é autoconhecinema?

    É a capacidade de observar uma obra Cinematográfica sob a ótica do autoconhecimento e do desenvolvimento humano.

    Um filme sobre resiliência, mais do que sobre busca da felicidade. Isto porque, por um bom tempo, trata-se de uma luta pela sobrevivência constante e incessante. Chris Gardner tenta equilibrar as centenas de pratos (equivalentes aos aspectos gerais da vida, como o aluguel, a paternidade, o estágio, a venda das máquinas), que exigiriam ao menos uns 5 braços, em apenas dois.

    Christopher Gardner: Conheceu o pai já adulto, prometeu (a si mesmo) ser uma grande referência para os filhos e ser presente. Sofria uma pressão constante da esposa, do estágio, além de muitos desafios e percalços, todos parecem testá-lo a todo momento, como quem pergunta “você aguenta? E agora, aguenta mais essa?”. O desespero só é visível quando chega em seu aparente limite (cena do banheiro com o filho).

    Chris parte para o lúdico, pois a realidade é dura e difícil demais para a compreensão do pequeno Christopher. Não queria, em hipótese alguma, dar a impressão de um pai ausente ou incapaz de cria-lo.

    Muito bem articulado, usa seu carisma de forma lógica também para intensificar seu modo de se relacionar para que eventos premeditados por ele aconteçam como ele espera, quase como um blefe, um golpe de sorte com “feeling” e conhecimento de persuasão.

    Quando em uma situação que exige habilidades que ele julga ter, sente-se motivado ao ser desafiado e consegue canalizar a pressão para um modo de concentração e foco, em vez de estresse e nervosismo (exemplo do cubo mágico, quando Jay diz “desiste”), e faz disso seu “cartão de visitas”, uma forma de se mostrar, de mostrar competências e de marcar sua presença.

    Dito isso, cabe colocar a primeira pergunta reflexiva para você praticar o seu autoconhecinema:

    Limiar de sofrimento.

    1. Qual é seu limiar de sofrimento? O que é capaz de te desestruturar? Até que ponto você é capaz de aguentar? Você tem consciência sobre isso?

    Felicidade: “Todo mundo parecia tão feliz. Por que eu não podia ser como eles? ”. O próprio Chris levanta a questão a respeito da felicidade enquanto um objetivo/busca, um “status” de bem-estar constante. Enquanto a história demonstra, em sua última parte, a felicidade como um momento. Felicidade é uma emoção como a tristeza, o medo e a raiva. Ela não dura para sempre, portanto, mas pode ser capaz de marcar nossas vidas para sempre. Não é incomum que digamos “Naquela época eu fui feliz”,

    como uma forma de comunicar que os momentos que julgamos bons foram muito mais significativos que os ruins, mas que isso não significa que estivemos em um estado de felicidade constante por todo o período ao qual nos referimos. Por isso, a felicidade (no filme e na vida) tem um poder simbólico muito forte, também elevado pela cultura. Quem não quer ser/estar feliz? O conceito de felicidade vai além da ideia de “alegria”, pois parece unificar, em um equilíbrio quase mágico, tudo aquilo que buscamos sentir, da forma mais intensa imaginável. O que nos faz feliz, entretanto, é extremamente particular, complexo e influenciado por inúmeros aspectos, inclusive os situacionais. Desta forma, assim como as outras emoções, ela é muito relativa. Tendemos a mensurar a felicidade baseando-nos em nossa perspectiva (individual, econômica e sociocultural), muitas vezes ignorando essa particularidade do que é sentir/estar feliz para o outro. Para Chris Gardner, felicidade tinha a ver com superação, com orgulho (no sentido de o filho ter orgulho do pai), com segurança e estabilidade, já que, por muito tempo, tinha que viver um dia de cada vez sem fazer ideia de que conseguiria ou não um lugar para dormir e ter como se alimentar. Além disso, felicidade tinha a ver com provar a si mesmo de sua capacidade, de encarar um desafio visto como quase inalcançável (pelos outros), mas para ele totalmente possível. Os esforços e desafios que ele enfrentou até conseguir, proporcionaram uma emoção muito intensa e positiva quando conseguiu, ao qual ele nomeou de felicidade.

    2. Sobre a Procura da Felicidade. Chris viu no aspecto dos corretores da bolsa e no carro conversível, a felicidade que buscava. E pra você, o que é felicidade? Onde, em que ou em quem você é capaz de enxergá-la?

    Por fim, Chris Gardner (interpretado por Will Smith), depois de muitas dificuldades, acaba conseguindo seu objetivo e é contratado pela Dean Witter como corretor de ações. Depois disso, de uma forma muito contagiante, Chris caminha pelas ruas e comemora de forma extremamente emocionada, com uma enorme sensação de alívio e de conquista.

    3. Para acabar bem. Pensando nesta cena e na sua vida, você se lembra de algum momento em que sentiu sensação parecida? Seja uma alegria contagiante por algum acontecimento ou uma sensação de conquista, depois de tantas dificuldades…procure se lembrar deste momento e deguste novamente a emoção que sentiu naquele instante.

    Autoconhecinema é assim. Olhar profundamente para as questões abordadas pelos filmes e trazer para o nosso processo evolutivo.

    Até a próxima análise.

    Sobre o autoconhecinema

    Autoconhecinema é uma metodologia de desenvolvimento humano criado pelo Roteirista de Cinema Luciano Luna em parceria com a Psicoterapeuta Lidiane Luna e tem por objetivo promover o autoconhecimento a partir de discussões em grupo sobre grandes clássicos do cinema.

  • SUCESSO NÃO TEM A VER COM OBJETIVO!

    Tem tudo a ver com o seu “pra que”? Você sabe qual é o seu?

    Em qualquer forma de empreendimento precisamos ter clareza sobre o que queremos e o que nos motiva para a ação.

    Você lembra que no artigo anterior eu falei que objetivo é diferente do “pra que”?

    Pois bem…  Essa é uma diferença que confunde muita gente, porque aprendemos que precisamos ter objetivos. E está tudo certo. Só não nos ensinaram que por trás de um objetivo está nosso verdadeiro desejo. Que é o que, de fato, nos faz crescer na vida.

    E por que isso acontece? Porque nos desconectamos da nossa essência.

    Durante toda nossa educação, fomos lavadas a acreditar nos ideais de outras pessoas. Muitos fatores que sempre influenciaram e influenciam nossas decisões são:  a mídia, o cinema, as novelas, a internet e não menos importantes a nossa família, a escola e as religiões.

    Passamos longos anos, regidos por sistemas que sabem exatamente aonde querem nos levar. Somos manipuladas pelo medo, insegurança e pela escassez que o poder econômico e político nos impõe. Nos fazem acreditar que é legal ter um emprego no qual, muitas de nós trabalhamos como escravas para pagar boletos. Todos os dias ouvimos nos telejornais o número de milhões de brasileiros desempregados, o que nos dá a falsa ideia de que quem está empregada, deve ficar quietinha e não reclamar. Compramos o que querem que a gente compre, ouvimos o que querem que a gente ouça e somos levadas a enxergar a vida da cor que o sistema pinta.

    Quantas mulheres são obrigadas a deixar seus filhos com febre em casa, porque não tem outra opção. Quantas tem que ir trabalhar se arrastando com cólica ou enxaqueca por não conseguir dormir à noite com seu bebê que só chorava. Tudo isso e muito mais sofrimentos, por não enxergarmos outra possibilidade e ter que submeter ao sistema.

    Isso não deveria ser assim. Mas como temos um governo que não está nem aí com o povo e um sistema que coloca todos num estado de pânico como forma de manipulação, a população vai sendo obrigada a se enfiar num transporte público de péssima qualidade, numa condição desumana, para conseguir chegar ao tão valorizado trabalho, pagar os boletos, reclamar do chefe, do cansaço, esperar o fim de semana chegar para gastar o pouco que sobra e começar tudo de novo na segunda-feira. “Felizes da vida”

    Enquanto isso, milhares de políticos safados estão rindo em seus helicópteros às custas do dinheiro suado de trabalhadores e trabalhadoras em todo país. Você tem a consciência que políticos são funcionários públicos e que deveriam prestar um bom serviço à população, já que somos nós quem pagamos seus salários?

    Entenda, que apesar de tudo que falo, o meu objetivo aqui, não é te deixar revoltada, mas te ajudar a entender de onde vem seu medo de empreender.

    Crescemos ouvido frases parecidas com essas:

    • Mais vale um passarinho na mão do que dois voando
    • Não troque o certo pelo duvidoso
    • Dinheiro não traz felicidade
    • Ganhando pra pagar as contas tá bom
    • Tem que trabalhar duro pra ter alguma coisa na vida
    • Quem tem patrão que paga em dia, que levante as mãos para o céu
    • A felicidade está no reino do céu
    • Felicidade é ter carteira assinada
    • Isso não é coisa para mulher

    Se você ouviu alguma frase parecida com essas, já pode entender de onde vem os seus medos.

    Tudo isso fica guardado e funciona como dispositivos de autossabotagem.

    Quero deixar claro que a ideia não é te incentivar a largar tudo ou jogar tudo pro alto. Mas te ajudar a refletir sobre como vivemos sob o direcionamento do sistema e das nossas crenças limitantes.

    Por isso vamos entender agora o que significa saber qual é o seu “pra que”

    Vou te dar um exemplo para ficar mais fácil de entender:

    Imagina que você tem o objetivo de comprar um carro. Certamente, vai criar estratégias para ter o dinheiro que precisa. Até aqui, tudo bem! Mas o que é que não vai te deixar desistir de batalhar pelo seu carro, quando bater aquela vontade de gastar com outra coisa?

    É aí que entra o seu ‘Pra que”. Sua principal motivação. Que pode ser:

    Pode ser para não ter que sofrer assédio no transporte público; ou para levar seus filhos pra escola; ou para poder voltar da faculdade a noite com mais segurança; para não ter que tomar mais chuva ou passar mais frio no ponto de ônibus; ou para mostrar aos seus pais que conseguiu; ou ainda para transportar os produtos da sua empresa e atender seus clientes com mais rapidez, ou para sair com as amigas no fim de semana… Não existe certo ou errado. Existe o seu ‘Pra que”

    A partir daqui, perceba quais são seus verdadeiros motivos para agir e conquistar seus objetivos. Isso é clareza e vale para qualquer coisa que desejamos ter ou nos transformar. Só que muitas vezes tudo isso está encoberto por nossos sabotadores que não nos deixam avançar.
    Agora que você já entendeu a diferença entre objetivo e “pra que”, vá em frente. Você pode e merece. E eu estou aqui torcendo por você!

  • Protagonismo no mundo corporativo

    Protagonismo! Por que este tema tem sido tão falado e tão discutido nas empresas hoje em dia? Por que “ter um time de protagonistas” é, hoje, muito mais decisivo para o sucesso de uma corporação do que era antigamente?

    Pra começar este assunto, é preciso entender o significado desta palavra e de seu antônimo. PROTAGONISMO e ANTAGONISMO derivam do mesmo radical: AGONIA, que é uma palavra discriminada. Geralmente associamos agonia a algo ruim, que dá aflição, que dá angústia, mas trata-se de uma palavra bonita. AGONIA vem do grego e significa LUTA. Quem agoniza, portanto, luta pela vida, luta para manter-se vivo.

    PRO TAGONISTAS (pró agonia), lutam então A FAVOR de algo, enquanto os ANTA GONISTAS (anti agonia), lutam contra algo ou alguém. Nos filmes, lutam contra o protagonista ou contra a sua causa.

    Quando pensar em Protagonismo, pense nisso. Ser Protagonista é ser Lutador. É lutar a favor. É você tomando as rédeas da sua vida em favor de uma causa (ou melhor, das causas) que você ESCOLHER para lutar.

    Mas acontece que, diferente do que acontece nos filmes, nós somos os Protagonistas e também os Antagonistas da nossa própria vida. É claro que existem os obstáculos, é claro que podem existir forças externas que nos atrapalham a alcançar alguns objetivos, mas somos sempre nós que insistimos em lutar a favor (protagonismo) ou deixamos de lutar, deixando que as forças antagonistas vençam. Sempre nós.

    E quando assumimos as responsabilidades pela nossa história, pelo “filme” que estamos contando da nossa vida, nos tornamos agentes de mudança de nós mesmos e também nos tornamos agentes de mudança do mundo.

    Aliás, aqui cabem algumas provocações. Respondam às seguintes perguntas. Você acredita que está em constante evolução? Que hoje é um ser mais evoluído do que ontem? Você acredita também que é capaz de ser um agente de mudança das pessoas à sua volta? Mais do que isso, você acredita ser capaz de promover mudanças no mundo, nem que seja no mundo mais próximo de você (seu bairro, sua cidade)? Você acredita nisso?

    Se você respondeu sim, parabéns! Segundo o psicólogo e pesquisador Daniel Goleman, no livro O poder da Inteligência Emocional, você faz parte de cerca de 2% da população mundial, que acredita e – principalmente – busca a sua própria evolução e a evolução do mundo constantemente. Esse número é chocante, mas é verdade. Só 2% dos seres humanos têm essa atitude/inquietude em relação à vida e ao mundo, sempre buscando melhorar. Sinta-se privilegiado.

    Mas mesmo que você tenha respondido não, eu tenho uma boa notícia pra você. Sua resposta não significa que você não seja um agente de mudança e sim que você ainda não criou consciência da sua capacidade. Ainda não tomou consciência do poder de influência que exerce nas pessoas.

    Explico e exemplifico.

    Todos nós somos capazes de promover grandes transformações. Para provar minha tese, peço que pergunte a alguém próximo: “Eu já fiz algo ou te disse algo que foi importante pra você?”. Tenho certeza que a resposta desta pessoa te surpreenderá. E o contrário também vale. Esta pessoa provavelmente também não faz ideia das coisas que já fez ou disse pra você e que foram transformadoras para sua história. Somos agentes de mudança das histórias alheias, assim como somos influenciados o tempo todo pelas pessoas à nossa volta.

    E o exemplo que eu trago foi uma conversa que tive com a minha mãe há alguns dias. Ela estava um pouco pra baixo e me confidenciou que não se sentia importante, que não conseguia enxergar a importância dela para o mundo. Então fiz algumas perguntas pra ela: Mãe, você tem orgulho de mim? Ela respondeu “sim, me orgulho muito de você”; Tem orgulho dos meus irmãos? Ela respondeu “sim, tenho muito orgulho dos meus 4 filhos”; E dos netos que você tem, você se orgulha? “claro, meus netos são pessoas incríveis”; E qual é o tamanho da sua responsabilidade sobre a formação de caráter e de personalidade dessas pessoas que eu citei e que você disse que se orgulha? Então ela ficou vermelha, abriu um sorriso e percebeu que contribuiu sim, e muito, para o mundo. E olha que eu citei apenas o seu poder de influência sobre os filhos e netos, mas minha mãe é uma mulher incrível que já influenciou positivamente a vida de muitos amigos e familiares, além de nós.

    Mas vejam. Isso pode ser bom ou ruim. As pessoas que nos cercam podem ser o céu ou o inferno nas nossas vidas. Podem nos proporcionar momentos de felicidade e nos motivar a buscar coisas boas, a sermos melhores. Assim como podem nos proporcionar momentos de tristeza e nos desmotivar, incentivar que sejamos antagonistas de nós mesmos. Você com certeza conhece alguém assim.

    Imagino que tenha ficado claro então que, apesar de protagonismo ser algo muito íntimo, do nosso EU, as pessoas com quem nos relacionamos são extremamente importantes no nosso caminho. E, mais importante que isso, as pessoas que estão no nosso caminho também fazem parte das nossas escolhas. Portanto procurem ser pessoas que exercem forças positivas aos outros, além de trazer para perto de si pessoas que agregam, que somam, que incentivam você a contar uma história cada vez melhor, de cada vez mais sucesso.

    Voltando ao cenário corporativo e respondendo ao questionamento do primeiro parágrafo, é importante perceber que antigamente havia aquele líder de projeto, que podemos comparar ao protagonista de um filme, que comandava e direcionava todos os seus fiéis escudeiros (coadjuvantes), todos os demais agentes importantes para a execução daquele projeto. Antigamente, um projeto com estas características obtinha sim, seus resultados.

    Hoje, porém, o cenário mudou. A velocidade evolutiva das empresas não permite mais que apenas o líder de um determinado projeto assuma um papel de protagonista enquanto os demais assumem uma atitude apática, reativa, de assistente ou seguidor apenas. É imprescindível, para o sucesso de um projeto, que todos os envolvidos assumam o protagonismo de seus papéis e lutem em favor daquele objetivo, utilizando sua pró-atividade e suas habilidades em prol do objetivo final.

    Afinal, é somando nossas competências individuais, nossas inteligências exclusivas, que somos capazes de realizar grande feitos.

  • EMPREENDER SEM MONTAR UM NEGÓCIO LUCRATIVO?

    Falando de mulheres, uma grande parte ainda acredita que empreender não é para elas, porque não desejam montar um negócio. Por outro lado, há um número alto de mulheres empreendedoras. Durante a pandemia cresce em 40% o número de mulheres que empreendem, somando 30 milhões delas no Brasil, segundo Priscila Dórea  do site  https://atarde.uol.com.br/economia/noticias/2160189-numero-de-mulheres-que-empreendem-cresce-40-durante-a-pandemia

    Os números são reveladores e é muito importante entendermos as razões que levaram a esse aumento, não só durante a pandemia, mas também nos últimos 10 anos:

    • Busca por autonomia
    • Complementação de renda
    • Perda de emprego
    • Necessidade de adequar trabalho, maternidade, família e tarefas da casa.
    • Flexibilidade de horário e geográfica, etc…

    Não importa o motivo, o que importa é entendermos que mulheres são gestoras por natureza. Nossa biologia e nossa energia natural (feminina) nos favorece quando o assunto é acolher, nutrir e criar novas possibilidades e formas de abraçarmos nossos projetos.

    E aqui vale lembrar que projetos não precisam ser grandiosos, como montar uma empresa ou uma ONG para salvar as baleias. Um projeto de fazer uma horta no fundo do quintal ou na varanda do apartamento, também é um projeto.

    Acredito que precisamos nos livrar de antigos paradigmas e crenças limitantes, que separam nossas atitudes dos nossos sentimentos. E um bom exercício é começarmos a entender os conceitos de forma simples.

    E como nos encontraremos mais vezes por aqui, acho que é bom você se acostumar com a minha forma de ver o mundo, os conceitos e a forma ver a vida, que podem te ajudar a desconstruir velhos muros e construir novas pontes. Esse é o meu objetivo.

    Agora, respondendo à pergunta inicial…. Então que é empreender?

    Empreender é investir no seu presente para alcançar objetivos futuros.

    Traduzindo, você pode empreender na sua formação, no seu autodesenvolvimento, na sua carreira, na sua comunidade, em um projeto social, na empresa que você trabalha e abrindo seu próprio negócio. E melhor:  estar em constante movimento empreendedor.

    Olha só como é importante, quando a gente entende o que é empreender! Muitos tabus e muitos sentimentos de incapacidade ou impotência caem por terra.

    Quando entendemos que somos empreendedoras naturais, nos sentimos mais seguras e confiantes se, de fato, desejarmos abrir um negócio ou qualquer outra possibilidade de avançar na vida pessoal ou profissional.
    Quando uma mulher deseja ser mãe, ela está empreendendo!

    Seres humanos são empreendedores. Crianças são empreendedoras, no entanto ao longo do nosso desenvolvimento até nos tornarmos adultos, “vão” diminuindo nossa capacidade de empreender e nos encaixando em sonhos que não são nossos.

    Isso é muito sério e comum, principalmente, entre as mulheres que são educadas (na grande maioria) para entrar na caixinha imposta pela família e pela sociedade machista e patriarcal. Bom….esse é um papo para outro artigo.

    E voltando às várias formas de empreender, não se sinta mal se você é uma mulher que é funcionária de uma empresa. Você pode ser uma intraempreendedora, ou seja, você pode perceber as possibilidades de inovação na sua área e a partir de estratégias bem elaboradas, propor alguma mudança. E paralelamente, empreender em outras áreas: pessoal, social, acadêmica, espiritual, enfim….onde desejar empreender.

    Vamos pensar sobre alguns conceitos que falarei em outros artigos e que vão te ajudar a se colocar melhor em seus projetos:

    • Projetos – Podem ser grandiosos e pequenos, pessoais e profissionais
    • Sucesso – É diferente de fama
    • Investimento – Existem várias maneiras de investir
    • Objetivo – É diferente do seu “pra que”
    • Clareza – É essencial
    • Posicionamento – É fundamental
    • Propósito de vida – Nem sempre são claros e está tudo bem se você ainda não encontrou o seu. Tudo a seu tempo.

    O mais importante é que você esteja em sintonia com seus sentimentos e que você saiba o seu “pra que”! Você tem clareza do seu “pra que”?

    Fica de olho, porque esse será o tema do meu próximo artigo.

  • #HistóriasQueInspiram

    O pinico que nos motivou a ir mais longe

    Temos o costume de achar que para fazer a diferença na vida de alguém, precisamos fazer muito além do nosso alcance.

    “Quando eu ganhar na mega sena, vou fundar uma ONG.”

    “Quando eu acabar a faculdade, vou me dedicar várias horas semanais ao voluntariado.”

    Com esse pensamento, sabe quando você vai começar a ajudar? NUNCA. Para dar o primeiro passo, podemos iniciar com pouco mas de forma profunda e com muita paixão envolvida.

    O que para você pode parecer insignificante, para outras pessoas pode ser um dos maiores presentes que elas já receberam. Que é como o caso da história dessa história do pinico.

    Conheci essa família da foto em 2013. No Natal daquele ano, a ONG Olhar de Bia tinha recebido cerca de 13 mil itens de doações (roupas, brinquedos, alimentos e etc) e um grande voluntário nosso, o Joaquim, nos pediu uma cesta básica para levar a esta família (três crianças, uma mãe desempregada e ex dependente química e um pai dependente químico).

    Dentre todas as doações que costumamos receber, existem muitas coisas boas (com etiqueta, quase novas) e coisas que são lixos (roupa íntima usada, boneca sem cabeça, carrinho sem roda…). Eu e meu pai estávamos fazendo o manuseio desses itens quando nos deparamos com uma doação de um PINICO USADO.

    Eu não acreditei quando vi aquilo e me revoltei: “Como alguém doa um pinico usado se a pessoa não gostaria de receber aquilo de presente?”. Mas mesmo assim, alguma coisa me levou a junto com a cesta básica, doar o pinico.

    O Joaquim voltou dali alguns dias e nos deu o retorno: “A família agradeceu imensamente pela cesta básica e principalmente pelo pinico, porque agora os filhos não precisarão fazer suas necessidades no meio da casa!”

    Eu e meu pai ficamos sem reação. Esse relato não foi de uma família que vive distante ou em um continente em guerra e sim de uma família que vive a minutos de distância! Indignados, fomos conhecê-los. A “casa” era um barraco de 5×5 do lado de um córrego, com muitos gatos ao redor para comer os ratos dali. Mesmo em extrema miséria, o que mais me impressionou daquelas crianças: Elas vieram nos recepcionar com sorrisos de orelha a orelha, felizes da vida por estarem ali.

    No barraco, não tinha praticamente nenhum móvel inteiro. Além da cesta básica, levamos caixas de chocolate para as crianças. Qualquer criança normal, adoraria pegar vários chocolates para se deliciar. No caso dessas, cada uma pegou um e uma não pegou porque não estava com vontade. Essa família me marcou de uma forma tremenda. Percebi que muitas vezes reclamamos por não ter o último lançamento de um celular bacana ou de não ter acesso ao streaming da moda, sendo que vidas ao nosso lado, precisam literalmente. de um pinico.

    Na pandemia, reencontrei essa família depois de 7 anos. Além de crescidos e bonitos como vocês podem ver na foto, hoje eles tem uma moradia decente e maravilhosa graças a um grupo de voluntários que ajuda na região.

    Isso é a corrente do bem. Quando pessoas de coração puro precisam de ajuda e valorizam as pequenas coisas, o Bem acontece em suas vidas ❤️

  • Cabeça de campeão

    Leve-se mais a sério e seja um campeão

    Uma das grandes manifestações humana é o esporte, sempre permeado por suas simbologias, seus mitos, heróis e aprendizados. Do Olimpo e Coliseu a copa do mundo e torneios regionais, sempre o esporte inspirou a vida e vice versa.

    Muitos são os atletas com uma força mental incrível. Várias são as teorias e autores que destacam a importância de um preparo emocional e mudança na maneira de pensar, de encarar os fatos e analisar um “problema”. No livro de Ducasse Francois, Cabeça de campeão, destaca parte desse poder mental. Dentre as grandes lições do livro, uma que muito me ajudou em minha carreira de treinador, foi à frase “leve-se mais a sério”. Por vezes, tanto os jogadores, como eu mesmo, minimizamos nossos atos e os desafios conquistados. Quando passei a encarar minha profissão e meus torneios de maneira mais séria, me tornei mais profissional, competente e determinado e conquistei o título nacional.

    A seriedade daquilo que desenvolvemos, criamos, idealizamos depende única e exclusivamente de nós. Encarar minha profissão com seriedade me proporcionou a possibilidade de viver do esporte, de executar grandes feitos e marcar história. A grandeza de todas as conquistas não estava na grandeza dos torneios que disputava, mas da simbologia e seriedade em que eu transformava um simples jogo em um legado. Grandes atletas, como grandes empreendedores, tem suas vitórias internas, anterior às grandes conquistas visíveis. Cabeça de campeão.

  • Você trabalha ou só faz bolo?

    Alguém já te fez essa pergunta? Se não fez pode ter certeza que pensou (risos).
    O mercado informal da confeitaria É maior do que podemos imaginar, mas ainda assim escutamos comentários como esse.
    Mulheres sustentam famílias, pagam os estudos dos filhos mesmo “sem trabalhar ” só fazendo bolos, doces e salgados. Eu mesma “deixei de trabalhar ‘a quase 9 anos e pago minhas contas, faço meus passeios, compro meus bens só fazendo bolos e doces.
    Mas antes de ter uma visão mais clara do que era o meu negócio eu cai na cilada de dar ouvidos a comentários que me colocavam para baixo! Acreditei que fazer bolo e doces não era um trabalho de verdade. Peguei minhas economias e mais uma grana emprestada do banco e abri um negócio pelo Qual eu não era apaixonada, e o resultado foi uma verdadeira catástrofe. Durante um ano paguei as despesas do meu negócio fazendo doces de madrugada e após um ano tive que fechar o negócio e pagar as dívidas geradas “só fazendo bolo”.
    Aquilo foi um choque de realidade para mim e também para quem não acreditava. Eu trabalhava freneticamente para pagar minhas dívidas até que um dia me dei conta de que eu estava faturando um valor que eu nunca tinha ganhado antes mesmo com cargos de liderança no meio corporativo, e o fulano vem dizer que ser “boleira” não é trabalho? Bem, devo concordar!
    Após me descobrir confeiteira e me apaixonar pelo que faço eu realmente deixei de trabalhar, hoje eu faço bolos e o melhor: Sou bem remunerada para isso.

  • Mulher empreendendo

    Confesso que não é fácil emprender sendo mãe, esposa, cuidando de casa e todas as dezenas e dezenas de questões envolvidas no nosso dia dia. É cansativo, é desgastante, é desesperador pra ser mais direta.


    As vezes tenho vontade de fugir para uma ilha deserta, mas eu penso que lá não terei meu celular para nas poucas horas vagas dar uma olhada nas redes sociais, ver o que está na moda, procurar promoções, adicionar uma imagem legal na minha pasta do pinterest. Também sei que vou sentir falta de preparar a única refeição que fazemos em família, se bem que nessa pandemia as refeições tem se multiplicado cada dia mais. Marido e filhos em casa e as dezenas de questões que mencionei acima também se multiplicaram.
    Mas sentiria falta de organizar a bagunça da minha filha e entre uma bronca e outra pegar uma roupa jogada no chão e sentir o cheirinho dela (risos). Ahhh mulheres, nos reclamamos mas quando a casa está limpa, sem barulho, sem nada pra fazer ou se preocupar percebemos que gostamos mesmo é de um caos. Somos fortes, guerreiras natas, multifuncionais e loucas. Com tudo isso ainda empreendemos e alcançamos nosso sucesso, afinal somos mulheres!

    A propósito sou a Nani magalhães, confeiteira, cake designer, digital influencer, desenvolvo produtos de confeiteira para a indústria, presto consultoria, ministro cursos presenciais e online, sou mãe, esposa, amiga e muitas vezes psicóloga (risos).Sou mais uma mulher que com um braço balançou o bebê (os) e com o outro levantou a espada da determinação e foi a luta em busca do crescimento pessoal. Hoje posso dividir minhas experiências e quem sabe inspirar outras mulheres a seguirem em busca de seus sonhos!

  • É O FIM DAS AGÊNCIAS DE MARKETING DIGITAL?

    E agora como divulgar
    Brasil 2021… Um dia qualquer, de uma lugar qualquer, no Brasil.
    Todos acordam com aquela sensação de que algo realmente estranho esta acontecendo, alguns desesperados, por que a sensação se alastrou em todo o território, outros se perguntando por que isso aconteceu, por que tanta gente mudou o seu comportamento e agora parece que esta todo mundo louco, todo mundo em outra dimensão…

    Nas ruas o que mais se ver, são pessoas fazendo, como se fosse danças estranhas, e nada tem a ver com nada, tudo que se ver é alguém com um comportamento estranho, na frente de um celular. Tudo que se houve ao se aproximar, com muito cuidado, é um barulhinho musical, que não se sabe ainda que musica é… O mais curioso de tudo, é que isso, dura poucos minutos e aquele alguém sai daquele momento, aparentemente de hipnose e voltam a caminhar, a sentar no banco da praça e volta a sua “vida normal”.

    De nada outro alguém grita, perante a toda aquela estranheza e diz… ” – Mais um maluco gravando vídeos para o TikTok na rua!”.

    E ai? qual vai ser? …Você já vivenciou algo assim? O quão comum esta se tornando, alguém produzindo um vídeo para suas redes sem ao menos se preocupar com que se passa ao redor?

    Pois é… Isso tem se tornado cada vez mais frequente e mais próximo da gente, familiares, amigos, conhecidos, já entraram nessa febre.

    Toneladas de conteúdos publicados por dia sem ao menos um profissional de publicidade ou um editor com anos de carreira, para ajustar o time do vídeo conteúdo, nem um designer profissional para revisar a cor da letra, que se ilustra com o vídeo conteúdo.

    Consegue enxergar o tamanho da independência dos produtores de conteúdos, com ferramentas e plataforma tão tecnológicas? Tudo em prol de uma Audiência…

    Hoje não mais se precisa saber tecnicamente sobre o que é uma vídeo, e como gravar… Basta pegar seu dispositivo de todos os dias, aquele companheiro de todas as horas, que é o seu celular e passar sua informação.

    Mais legal Malaquias… O que isso tem haver com o fim das agências de marketing? – Tem tudo a ver…!

    Explico… vou te dar 2 razões para entender isso:

    1 Razão: A sua comunicação nas Redes Sociais, precisam ser com base no seu conhecimento, e adivinha, você é quem manja do seu mercado, você é quem sabe o que é certo ou errado em seu nicho, você é quem é o expert da sua área, você é quem entende as mais variadas duvidas sobre seus produtos e serviços.
    E quando você terceiriza isso para sua agência de marketing, como fica? Eles ao menos querem saber o que você sabe sobre seu mercado?

    2 razão: E quem faz seus Stories, você mesmo ou sua agência? Se tem algo que uma marca precisa é ser humanizada… Não é a toa que grandes marcas buscam e contratam artistas e influencers para se posicionar e se humanizar não é mesmo?
    Agora imagina você, seguindo um instagram que você nunca viu ninguém aparecer nele… Você confiaria em passar seu precioso cartão de credito? Ou fazer uma TED para esse Perfil sem “ninguém humano”?

    Agora consegue entender o por que post bonitinho não é quem vai turbinar seu negócio? Faz sentido isso pra você?

    Pessoas sempre vão comprar pessoas… E tudo que você precisa para ser reconhecido como expert no que faz, é se conectar e se mostrar interessante para pessoas, não somente o interesseiro, querendo e implorando que alguém compre algo de você.

    Delargar para sua agencia toda a responsabilidade da comunicação da sua marca, é o mesmo que 3ª seu financeiro para alguém que nunca fechou um livro caixa na vida.

    Se tem uma coisa que sua agência não pode e não fará por você é… Gravar como se fosse você conteúdos de valor com base em seu conhecimento, sua expertise para realmente mostrar todo o seu conhecimento e bagagem para o mundo. E de fato a humanização do seu negócio, esta ligado diretamente a o que há por trás da sua marca, os bastidores, os colaboradores, os profissionais envolvidos no processo e etc.

    Entenda… Não existe um milagre para se chegar em um excelente resultado e ter um negócio realmente ante crise. Existe um Método, um passo a passo, um caminho, que por mais que difícil for gravar um vídeo, ou fazer um conteúdo para agregar e ajudar alguém, você e sua marca passa valor, agrega, influencia e cresce com o indicações do teu conhecimento de valor!