Categoria: Social

  • AUTOCUIDADO E AUTOAMOR – QUAL A DIFERENÇA?

    Comandos essenciais para elevar nossa Autoestima

    Hoje quero te contar como esses dois conceitos são mal interpretados e entendidos quando o assunto é autoestima.

    E como já falei em artigos anteriores, manter a autoestima elevada não é tão fácil quanto parece. E aqui vou falar sobre essa diferença e importância na vida de todas as pessoas e, especialmente, na vida das mulheres.

    O Autoamor está muito ligado ao comando da Aceitação, mas não somente isso. É muito importante aceitar quem somos, como somos e aceitar que não temos como mudar o que já passou.

    Quando falo do Autoamor, entendo que precisamos ir um pouco mais fundo: Eu aceito quem sou, como sou e tudo que já fiz ou deixei de fazer sem carregar as correntes da culpa. Eu, simplesmente, me perdoo. Acolho minha dor, percebo o quanto me senti mal em determinada situação e me perdoo. Quando entendemos que não tínhamos maturidade emocional ou recursos suficientes para fazer diferente, nos livramos da culpa e seguimos em frente.

    É fácil fazer isso sozinha? Para algumas pessoas sim, mas a grande maioria precisa de ajuda. E quando percebemos a importância dessa ressignificação do nosso passado, a autoestima se eleva. ´

    Eu acredito que precisamos honrar tudo que já vivemos até chegarmos onde estamos.

    Já o Autocuidado émais simples de entender: É a forma como cuidamos da nossa saúde física, emocional, afetiva e sexual, mental e espiritual.

    Muitas pessoas acreditam que fazer atividade física é entrar numa academia e malhar. E eu já disse em outros artigos que atividade física precisa ser aquela que a gente gosta. Só assim faremos com maior dedicação.

    Os cuidados com a pele, com o corpo e com a alimentação também. Não precisa se martirizar porque não entrou na onda dos veganos, se você gosta de carne, está tudo bem! Basta criar hábitos alimentares mais saudáveis, como por exemplo diminuir ou melhor ainda, tirar açúcar, refrigerantes e outras coisas que você sabe que não fazem bem à saúde. Cuidar dos excessos alimentares é um bom começo.

    Outro ponto importante do autocuidado é como cuidamos da nossa saúde mental. O que estamos vendo e ouvindo na mídia e redes sociais; como estamos cuidando da nossa espiritualidade (independente de religião); como estamos cuidando das nossas relações pessoais.

    Todos esses cuidados, não podem excluir a nossa sexualidade. Como encaramos esse tema? Será que os tabus e preconceitos ainda te atrapalham quando o assunto é esse?

    Atenção especial para a mulher: Você cuida da sua vulva com o mesmo cuidado que cuida da pele do seu corpo?  Se nunca pensou nisso, dá uma olhada nesse link https://www.instagram.com/p/CLojTBRhx1b/?utm_source=ig_web_copy_link e aprenda como é importante cuidar e hidratar sua vulva.

    Precisamos olhar o autocuidado de forma ampliada para que nossa autoestima esteja sempre elevada. Só assim seremos capazes de lidar com todos os desafios da vida com mais segurança e sem nos abatermos facilmente.

    E como ainda não somos anjos, precisamos nos fortalecer para vivermos mais leves e felizes, mesmo com todos os desafios que a vida nos apresenta. Não é mesmo?

  • #HistóriasQueInspiram

    O pinico que nos motivou a ir mais longe

    Temos o costume de achar que para fazer a diferença na vida de alguém, precisamos fazer muito além do nosso alcance.

    “Quando eu ganhar na mega sena, vou fundar uma ONG.”

    “Quando eu acabar a faculdade, vou me dedicar várias horas semanais ao voluntariado.”

    Com esse pensamento, sabe quando você vai começar a ajudar? NUNCA. Para dar o primeiro passo, podemos iniciar com pouco mas de forma profunda e com muita paixão envolvida.

    O que para você pode parecer insignificante, para outras pessoas pode ser um dos maiores presentes que elas já receberam. Que é como o caso da história dessa história do pinico.

    Conheci essa família da foto em 2013. No Natal daquele ano, a ONG Olhar de Bia tinha recebido cerca de 13 mil itens de doações (roupas, brinquedos, alimentos e etc) e um grande voluntário nosso, o Joaquim, nos pediu uma cesta básica para levar a esta família (três crianças, uma mãe desempregada e ex dependente química e um pai dependente químico).

    Dentre todas as doações que costumamos receber, existem muitas coisas boas (com etiqueta, quase novas) e coisas que são lixos (roupa íntima usada, boneca sem cabeça, carrinho sem roda…). Eu e meu pai estávamos fazendo o manuseio desses itens quando nos deparamos com uma doação de um PINICO USADO.

    Eu não acreditei quando vi aquilo e me revoltei: “Como alguém doa um pinico usado se a pessoa não gostaria de receber aquilo de presente?”. Mas mesmo assim, alguma coisa me levou a junto com a cesta básica, doar o pinico.

    O Joaquim voltou dali alguns dias e nos deu o retorno: “A família agradeceu imensamente pela cesta básica e principalmente pelo pinico, porque agora os filhos não precisarão fazer suas necessidades no meio da casa!”

    Eu e meu pai ficamos sem reação. Esse relato não foi de uma família que vive distante ou em um continente em guerra e sim de uma família que vive a minutos de distância! Indignados, fomos conhecê-los. A “casa” era um barraco de 5×5 do lado de um córrego, com muitos gatos ao redor para comer os ratos dali. Mesmo em extrema miséria, o que mais me impressionou daquelas crianças: Elas vieram nos recepcionar com sorrisos de orelha a orelha, felizes da vida por estarem ali.

    No barraco, não tinha praticamente nenhum móvel inteiro. Além da cesta básica, levamos caixas de chocolate para as crianças. Qualquer criança normal, adoraria pegar vários chocolates para se deliciar. No caso dessas, cada uma pegou um e uma não pegou porque não estava com vontade. Essa família me marcou de uma forma tremenda. Percebi que muitas vezes reclamamos por não ter o último lançamento de um celular bacana ou de não ter acesso ao streaming da moda, sendo que vidas ao nosso lado, precisam literalmente. de um pinico.

    Na pandemia, reencontrei essa família depois de 7 anos. Além de crescidos e bonitos como vocês podem ver na foto, hoje eles tem uma moradia decente e maravilhosa graças a um grupo de voluntários que ajuda na região.

    Isso é a corrente do bem. Quando pessoas de coração puro precisam de ajuda e valorizam as pequenas coisas, o Bem acontece em suas vidas ❤️

  • Porque faz Bem fazer o Bem?

    Um pouco do que é o Terceiro Setor e o que move as ONGs

    O 2020, ano em que o mundo mudou, provou que não fazemos nada sozinhos e que precisamos dar as mãos – ou os cotovelos – para que a vida continue existindo.

    Assim como os profissionais da saúde foram incríveis em toda a atuação na linha de frente desde o dia zero da pandemia, as organizações sociais (mais conhecidas como ONGs) não temeram à luta e agiram como verdadeiros soldados em um guerra contra o vírus da miséria social, salvando centenas milhares de pessoas ao redor do planeta, não somente com doações, mas com MUITO amor.

    Mas na real, você sabe mesmo o que é e porque existem as ONGs?

    De forma prática, as ONGs são organizações sociais da sociedade civil que atuam na defesa de uma causa para construir um mundo melhor. Importante lembrar que as ONGs fazem parte do Terceiro Setor e tem um papel estratégico como parceiras do setor público (primeiro setor) e privado (segundo setor) por sua grande capilaridade e alcance para chegar com ajuda e transformação para quem realmente precisa. Existe tanta gente boa no mundo, que também existem ONGs representando diversas causas: Educação, Saúde, Esporte, Meio-Ambiente, Animal, e por aí vai…

     

    “Ah, Bia! Mas como eu vou achar uma ONG bacana e que esteja ligada ao meu propósito? Deve ser muito difícil”. Pois olha, eu trago excelentes notícias: Na nossa grande Guarulhos – cidade que amo por natureza – existem centenas de ONGs que realizam ações fantásticas e precisam de gente do bem (como você) que saibam da importância do trabalho social e arregacem as mangas para ajudar. Uma boa forma de encontrá-las, é através do grupo Conectados do Terceiro Setor*, o qual fazem parte mais de 50 organizações de Guarulhos e Grande São Paulo que são movidas para transformar realidades.

     

    O mais legal de tudo, é que você pode fazer a diferença junto a uma ONG de diferentes formas. Você pode doar recursos financeiros (porque para manter a operação, colaboradores, estrutura física e conseguir impactar mais a sociedade, as organizações precisam de investimento), doar itens (alimentos, livros, roupas, móveis… Tudo em excelente estado!) e doar seu tempo (nós sabemos o quanto ele é precioso. Doar mão de obra e/ou conhecimento é doar paixão!).

     

    Sempre digo que mudar o mundo pode parecer muita coisa… Mas mudar o mundo de uma pessoa, a gente consegue. Vamos juntos iniciar o ano de forma extraordinária e ser a diferença na vida de alguém? Bora!

     

    *O Conectados do Terceiro Setor é um grupo totalmente laico (sem nenhuma ligação religiosa) e apartidário (sem nenhuma ligação política)

  • Mulheres mandonas

    Até onde é saudável ser assim?

     

    Quem diria que no século 21 as mulheres estariam “pegando” o papel dos homens e assim comandando a relação afetiva, quem diria que essas relações com papeis altamente invertidos um dia aconteceria. Mas até onde vale a pena ser uma mulher mandona?

    Nos tempos modernos, as coisas mudaram, as mulheres também estão tomando conta das relações afetivas, hoje as rédeas do relacionamento têm ficado com elas.

    Podemos chamar esse tipo de mulher de “Fêmea Alfa”, as que lideram a relação, assumem os compromissos, tomam as rédeas das situações e mandam nos homens.

    Claro que dentro dessa relação existem muitos paradigmas da infância, mas a mulher precisa entender o que de fato é mais importante na relação a dois para ela; impor as suas opiniões ou manter um relacionamento saudável para ambos.

    Não vou dizer aqui que o relacionamento precisa ser uma ditadura masculina, onde o homem manda e a mulher obedece, mas precisa ter uma igualdade balanceada na relação a dois.

                Para dar certo, as relações precisam ser mais pautadas na igualdade e nisso os casais gays têm muito a nos ensinar.

    Mas até que ponto, essa modernidade é boa para a mulher, ou melhor, para a relação?      Essa situação é boa para a mulher até a “página 2”, bem porque esse tipo de relação uma hora ou outra acaba enjoando, tanto para a mulher quanto para o homem que está ao lado dela. Essa relação pode gerar um comodismo que começa a ferir a relação, onde tudo vai perdendo a graça. O homem já não vê mais interesse em ter uma mulher que comanda a relação e por outro lado, a mulher vai perdendo um pouco de sua identidade feminina, ou seja, vai perdendo o lado bom de ser a “mulher” da relação, e de também ser cuidada pelo homem.

    Outro dia conversando com um amigo ele me fez a seguinte indagação:   Até onde a mulher consegue bancar a mandona? Será que consegue mesmo, ou tudo virou uma competição?

    Não podemos dizer que tudo é uma competição dos sexos, bem porque existem muitas mulheres que foram criadas para serem os “homens” das relações.  Mulheres que desde muito cedo tiveram que assumir papeis masculinos dentro do seu círculo familiar, ou seja, assumir casa, ajudar na criação de irmãos, ser arrimo de família.

    Mas chega um momento da vida da mulher que ela já não quer mais bancar essa situação tão masculina na vida dela, e isso acaba se tornando um peso.

    Para alguns homens essa posição da mulher é confortável sim, bem porque ele quer que ela assuma as responsabilidades que ele não quer assumir, preferindo delegar à mulher disposta a cumprir o papel de provedora da relação.  Também tem aquele homem que cresceu com uma mãe mandona e autoritária que tem a tendência de levar esse modelo para os seus relacionamentos afetivos.

    Existem os homens que gostam desse tipo de mulher porque querem delegar as suas responsabilidades, querem continuar em sua zona de conforto.

    Porém tem os que não gostam, os que se assustam com esse tipo de mulher e que de certa forma não querem uma “concorrência” de sua masculinidade. Há mulheres bem sucedidas, independentes, muito auto suficiente e que mesmo sem querer acaba diminuindo o homem que está ao seu lado, fazendo com que ele se sinta inferiorizado ou mesmo desvalorizado por ela, o homem que se sente dessa forma, acaba perdendo o interesse por essa relação.

    Mulheres controladoras demais acabam sendo chatas e a tendência é o homem perder a paciência e se sentir altamente sufocado e acabar se afastando dessa relação.

     

  • A escolha do parceiro sentimental

                    Porque é tão difícil essa escolha?

    Muitas vezes me pergunto, o por que a escolha do parceiro sentimental é tão difícil? Por que muitas pessoas estão nos consultórios psicológicos praticamente em sua maioria, com as mesmas queixas? E isso não difere homens, mulheres ou homossexuais.

    A escolha do parceiro sentimental não é tão livre assim como pensamos. Em cada época essa escolha é determinada por algumas normas explicitas ou sutis.

    Nossas ideias sobre essa escolha, sofrem fortes influências do meio social em que vivemos, hoje temos a falta de um padrão claro, sendo assim, o sofrimento sentimental é quase que universal.

    Vejo as pessoas a cada momento buscando um padrão diferente, um padrão que mais “combine” com ela, seja de beleza ou status e nem sempre essa busca por combinações é a perfeita e quando isso não sai da forma que a pessoa idealizou para ela, vem o sofrimento.

    Hoje temos a péssima mania de idealizar as pessoas, de criar expectativas que são nossas e projetar totalmente no outro, e o pior, tendo a certeza de que o outro “tem que” cumprir as expectativas que não são delas.

    No seu geral, estamos querendo que o outro nos sirva o tempo todo, nos colocamos na condição de “sua majestade o bebe”, queremos realmente alguém que tome conta de nós a maior parte do tempo, não é só alguém que pague as nossas contas, nos leve ao cinema, nos leve para jantar , é alguém que nos dê proteção emocional o tempo todo, que amenize o choque entre o mundo e nós.

    Relacionamento precisa ser uma via de mão dupla.  Pessoas estão ficando angustiadas com essa busca e estão se submetendo a coisas absurdas para ter um relacionamento por medo de ficarem sozinhas.

    Estamos vivendo em uma época de pertencimento, queremos pertencer a alguém, queremos que alguém nos pertença, mas será que esse é o melhor caminho?

    Precisamos desenvolver em nós a capacidade de ficarmos sozinhos, de nos conhecer realmente em nossa totalidade, de saber o que realmente queremos e o que não queremos para a nossa vida. Quando temos esse sentimento de pertencer a alguém, eu deixo de pertencer a mim mesmo, de saber o que realmente importa e o que é bom para mim.

    Sinto que hoje as coisas em relação a vida sentimental, a escolha de um parceiro está um pouco bagunçada, as pessoas se submetendo a fazer coisas que as machuquem (um exemplo disso são os relacionamentos tóxicos que já foi matéria aqui no Portal) apenas para não ficarem sozinhas. Você pode barrar alguém toxico na sua vida sim! Ficar sozinho não é o fim do mundo, pelo contrário é um tempo de ressignificação de você mesmo.

    Procure um psicólogo, faça terapia, cuide do seu emocional, você não depende emocionalmente de ninguém para ser feliz.

    “Se você é capaz de ser feliz quando está sozinho, você aprendeu o segredo de ser feliz”. (Osho)

     

  • Zerando o cronômetro

    Não importa se deu tudo errado. O mais importante é que você pode começar tudo de novo, corrigir os erros, implantar novos conceitos e formas de fazer as coisas e caminhar rumo ao sucesso!

     

    Para chegar onde pretendemos precisamos mudar muitos conceitos que adquirimos ao longo da vida. Uma técnica que acho interessante aplicar é a do ‘Zerando o Cronômetro’. É isso mesmo, zerar o cronômetro!

    Parece complicado e sem significado falando desse jeito, não é mesmo? Calma que eu explico. Ao longo da vida carregamos muitas mágoas, rancores, tristezas, decepções, frustrações, remorsos, arrependimentos e um monte de lixo emocional. Enquanto estivermos carregando esses lixos, nossa mente e nosso corpo físico irão adoecer, enfraquecer e pouco a pouco nos tornaremos frágeis e acabaremos atraindo situações semelhantes que nos levarão de volta a esses sentimentos que atrasam nossa vida. Tudo se torna um círculo vicioso. Tem que parar! Pára Tudo! Zera o cronômetro da sua vida!

    Vamos fazer uma experiência e depois você me conta o que aconteceu contigo, combinado? Amanhã cedo quando você acordar, faça de conta que está no seu primeiro dia de vida. Esquece, joga para fora todos os sentimentos ruins, perdoe quem você precisa perdoar, se perdoe também. Jogue fora seus medos, suas fobias, suas tristezas, tudo que é ruim e só lhe prejudica.

    Dessa forma você zerou o cronômetro. Após isso você vai estar renovado ou renovada, e só deixe entrar dentro de você coisas positivas, sentimentos e pensamentos de amor, paz e alegria. Nada de remoer o passado, até porque ele não faz mais parte de você e não tem nenhum efeito, já que você zerou o cronômetro.

    Você pode achar meio boba essa minha dica, mas funciona e vai te fazer muito bem. Experimente, você não tem nada a perder.

  • Assuma o ‘Comando da Sua Vida’

    Existe algo que você precisa saber, antes que seja tarde

    Quem está no comando da sua vida hoje?

    Acredito que a maioria dos leitores respondeu: – Que pergunta. Claro que quem está no comando da minha vida sou eu mesmo!

    Desculpe desapontá-lo, mas nem sempre é você quem comanda sua vida.

    Muitas vezes somos influenciados por vários fatores externos, entre eles a moda, a mídia, a religião, o medo, a insegurança, a crise e o que acho mais terrível: a opinião de outras pessoas sobre nós. Na medida em que somos influenciados por tudo isso, perdemos o comando de nossa própria vida.

    Quantas pessoas estão com a saúde debilitada e vivem à base de remédios, sem tomar a atitude de fazer uma reeducação alimentar e praticar exercícios físicos. Não que isso necessariamente elimine os medicamentos, mas com certeza a sua saúde melhoraria e teria mais qualidade de vida.

     

    Outras pessoas vivem à sombra da crise. Ficam paralisadas, com medo de agir, de investir em novos projetos e até mesmo de incrementar o seu negócio. Enxergam a crise em tudo e acreditam que tende a piorar e ficam parados no meio do caminho.

    Existem milhares de pessoas influenciadas pelo negativismo, achando que tudo vai dar errado, que o amor é uma ilusão, que nasceu para ser pobre, etc e etc. Temos ainda o oposto disso, que é a pessoa influenciada pelo excesso de otimismo. Otimismo é ótimo e fundamental para viver, porém em excesso provoca um caos em nossas vidas.

    Achar que a vida é uma festa o tempo todo, que não precisamos nos preparar para o futuro, que planejamento é coisa somente de grandes executivos, sair de uma palestra de motivação, de um culto religioso ou de qualquer outro local que estimule a fé e o otimismo acreditando que tudo vai dar certo, que sua vida vai mudar da noite para o dia sem precisar fazer nenhum esforço, é uma tremenda falta de responsabilidade para consigo mesmo.

    O caso mais grave de dominação é se preocupar com que os outros dizem a nosso respeito. Tem gente que vive baseado no que as pessoas pensam dela e agem de forma que agrade as outras pessoas, que cause boa impressão e acabam esquecendo que o mais importante é sentir-se bem, fazer que o gosta e do jeito que acha certo, independente se as outras pessoas vão gostar ou não.

    É hora de você assumir o comando de sua vida. Tome decisões baseadas nas suas experiências e no que o seu coração pede. Tente viver para você, afinal a vida é sua e quando você partir, as pessoas continuarão vivendo a vida delas e muito bem sem você. Por isso, assuma agora mesmo, neste momento, o comando de sua vida. Não permita mais que terceiros, que a sociedade ou uma instituição religiosa ou até mesmo um parente, por mais próximo que seja, dite as regras de sua vida e prive você da liberdade de escolha.

     

    O próprio Deus nos deu o direito de comandar a nossa própria vida quando criou o Livre Arbítrio. Desde que respeitemos o próximo e não causemos danos ao Universo e a qualquer ser vivo, temos todo o direito de viver do jeito que nos faz feliz.

    A sua vida é muito valiosa para você permitir que qualquer pessoa, situação ou um grupo dite as regras. Ninguém tem o direito de comandar sua vida, a não ser você mesmo.  Neste momento alguém ou alguma coisa está no comando de sua vida? Se sim, não permita mais e retome o controle.

    Comande sua vida sem se deixar influenciar por qualquer coisa que seja e escreva a sua própria história, cumprindo sua missão de vida na Terra.

     

     

     

     

     

     

  • O que tem naquela estrada?

    Era uma criança quando decidi caminhar por uma estrada desconhecida que mudou meu conceito. Hoje quando estou diante de uma decisão a ser tomada, enfrentando o desconhecido, eu pergunto a mim mesmo: O que tem naquela estrada?

     

     

    Lembro muito bem quando eu era criança. Talvez tinha uns 5 ou 6 anos, mas apesar da pouca idade o que aconteceu causou muito impacto em meu ser.
    Vivia em uma fazenda, onde meu pai era agricultor e parceiro do fazendeiro na produção de feijão e milho em alguns alqueires daquela terra. Um dia eu brincava próximo de nossa casa e resolvi caminhar um pouco mais até o rio onde minha mãe lavava roupas. Eu sempre seguia a mesma estrada até o rio, mas existiam mais outras duas ou três estradas no trajeto e naquele dia eu resolvi fazer diferente.
    “O que tem naquela estrada?”. Perguntei eu a mim mesmo. E então resolvi seguir aquela nova estrada onde nunca antes havia caminhado e sabia que se eu me perdesse era só gritar por minha mãe que ela me encontraria e, além disso, sabia como voltar.
    Então segui aquela nova estrada para ver o que tinha de diferente. Lembro que encontrei alguns tipos de árvores que ainda não conhecia, além de flores que para mim eram novas e com aromas distintos daquelas que eu estava acostumado a ver. Vi outros tipos de pássaros cantando, vi um tatu cruzar meu caminho e talvez o som de uma cobra no mato, mas não quis pagar para ver. Sim, a nova estrada apresentava coisas novas, interessantes, mas também alguns perigos e desafios. Porém, isso é normal e temos que administrar o medo para seguir em frente, andar por novos caminhos.

    Na época eu tinha 5 ou 6 anos. Hoje tenho 43 e às vezes aquele garotinho que eu fui aparece em meu ser e me faz questionar: “O que tem naquela estrada?”
    Aquela estrada hoje pode ser para mim aprender um novo idioma, começar um novo negócio, mudar alguns paradigmas e me permitir conhecer novas pessoas ou até mesmo me abrir para um novo relacionamento afetivo. Aquela estrada pode ser uma mudança radical em minha carreira ou então uma nova forma de gerir minha empresa e até mesmo criar melhorias consideráveis na forma de realizar meu trabalho e atender meus clientes.
    O que está em questão é: Eu terei coragem de caminhar por essa nova estrada para ver o que existe nela? Talvez eu me decepcione, eu perca algo, eu me assuste, mas talvez eu dê uma guinada em minha vida que tornará todas as áreas melhores. Talvez se eu caminhar naquela estrada, consiga dar um salto em meus negócios e atrair novos e melhores clientes. Talvez, se eu caminhar naquela (nova) estrada, encontre uma pessoa maravilhosa e viva um amor verdadeiro.
    Talvez, se eu caminhar naquela estrada, veja meu negócio por outro ângulo e enxergue novas e ótimas ideias que farão a diferença. Ou talvez, apenas viva uma experiência de conhecer algo novo e faça de mim uma pessoa melhor, o que não deixa de ser interessante. Mas eu tenho que tomar uma decisão, eu tenho que ter a coragem de dar o primeiro passo e ver o que tem naquela estrada!

  • Você: O Melhor Investimento

    Pense em tudo que gostaria de fazer, nos sonhos que alimentava quando adolescente, aquela época em que temos força para mudar o mundo.

    O mercado oferece inúmeras opções de investimentos financeiros. Na área de relacionamentos recomenda-se investir na pessoa amada, nas amizades, na rede social e nos eventos presenciais.

    Todo dia, toda hora existe alguém ou alguma coisa chamando a sua atenção para investir em algo. Mas, e você? Alguém já sugeriu que você investisse em você mesmo? Pode até ser, mas isso é raro.

    Nesta semana vamos focar em você, somente em você! É hora de fazer a coisa mais importante da sua vida que além de beneficiar a si mesmo, irá beneficiar as pessoas ao seu redor e a sociedade da qual você faz parte: Investir em você.

    Existem vários produtos para o investimento chamado Você. Aprender um ou dois idiomas, sugiro inglês e espanhol – fundamental nos dias de hoje – fazer cursos de especialização na sua área, dar uma retocada no visual, cuidar da pele, fazer uma viagem, repensar a alimentação e se você não concluiu os estudos em tempo hábil, corra para uma escola de ensino supletivo o quanto antes e depois corra para uma faculdade. Digo corra, porque a vida está passando muito rápido.

    Durante o dia de hoje ou outro dia – o importante é escolher um dia para isso – dedique-se somente a você. Pense em tudo que gostaria de fazer, nos sonhos que alimentava quando adolescente – aquela época em que temos força para mudar o mundo – se está sozinho procure um amor ou corra atrás do antigo amor que ainda lhe espera, porque afinal de contas, amar é essencial, porém em primeiro plano tem que amar a si mesmo para poder dar amor a outra pessoa.

    Não permita que no dia dedicado a você alguém ou alguma coisa tire seu foco. Faça isso, dedique um dia para pensar em você, nas suas necessidades e no que vai fazer de agora em diante e invista em você com cursos, viagens e novos relacionamentos, passeios, etc e muitos etc e você verá a diferença que isso faz.

     

     

     

     

     

     

  • Síndrome de Peter Pan – Quando eles não querem crescer

    Muitos são os homens que se recusam a crescer e continuam agindo como meninos.

    Quem nunca conheceu um homem que se recusa a crescer e que apesar da idade, continua agindo como um menino?  Pois saiba que muitos homens agem assim, isso é caracterizado por uma imaturidade psicológica em certos aspectos da vida. Essa imaturidade podemos chamar de Síndrome de Peter Pan.

    A Síndrome de Peter Pan se caracteriza por um conjunto de comportamentos apresentados por um homem, que não sabe ou não pode deixar de ser filho para se tornar pai, ou seja, são homens que não querem deixar de ser crianças, não querem crescer e ter responsabilidades e deveres de um adulto. Isso também se caracteriza por um certo narcisismo.

    Esse tipo de indivíduo ao invés de viver as mudanças psicológicas naturais da adolescência, ele acaba pulando essa fase da adolescência e saindo da infância diretamente para  a fase da vida adulta.

    São homens que resistem a crescer e a amadurecer e por isso são incapazes de ter grandes responsabilidades e assumir relacionamentos amorosos sérios, bem como os levar a diante.  Por isso, a maioria deles só têm relações superficiais, sem permanecer por muito tempo numa relação estável, já que costumam fugir do compromisso.

    Geralmente são homens com mais de 30 anos que se recusam a amadurecer, também vemos Peter Pan que já se casaram e claro, não deu certo a relação, mas que são pais e disputam com os seus filhos o mesmo lugar, tornando a relação de pai e filho em uma relação apenas de irmãos, são homens que se negam psicologicamente a passar pelo amadurecimento.

    Hoje à uma valorização pela juventude a qualquer preço e enaltecida pela mídia, valorizando essa imaturidade dos homens. Muitos deles não querem amadurecer, envelhecer porque têm medo, haja visto que o ser humano já nasce envelhecendo.

    Indícios da Síndrome de Peter Pan

    • Medo compromissos
    • São manipuladores
    • Detalhistas e Interesseiros
    • São pessoas mimadas
    • Sempre se relacionam com pessoas mais novas
    • Necessitam chamar a tenção
    • Insegurança
    • Egoístas…

    Tratamento

    O mais aconselhável é buscar um tratamento psicológico adequado, porém, o homem precisa reconhecer que ele tem um problema e que precisa de ajuda para superá-lo, buscando melhorias para o seu crescimento pessoal e para a cura dessa síndrome.

    O tratamento psicológico irá ajudar a identificar possíveis traumas e ajudar a buscar maneiras de superar a insegurança e imaturidade.

    Falamos de Síndrome de Peter Pan, mas isso não isenta as mulheres de terem síndromes parecidas. Podemos ver muitas mulheres hoje em dia, com  Síndrome de Wendy, mas isso é assunto para uma outra matéria aqui no portal.

    “Talvez a maior aventura de todas tenha sido que passou muito tempo da hora de eles irem para a cama” (J.M.Barrie)