Autor: Joana Moraes

  • NÃO TEM PRESERVATIVO NA BOLSA?

    Saiba que esse é um sintoma de baixa autoestima!

    Hoje quero compartilhar com vocês o caso da Maria (história real e nome fictício).

    Maria é uma mulher madura, bem resolvida em sua carreira, independente e toda trabalhada nas melhores grifes e processos estéticos. Pensa numa mulher linda!

    Ela é aquela pessoa que, nos últimos anos, busca entender porque não consegue ter um relacionamento sério, respeitoso com alguém que a ame e assuma a condição de companheiro.

    Em sua primeira consulta Maria me disse o seguinte:

    – Joana, eu me sinto uma mulher bonita, desejada, mas não consigo me sentir amada. Depois do meu casamento, só encontro homens que não querem nada sério. Não sei o que há de errado comigo. Sempre procuro agradar e para mim o sexo não é um problema. Aliás meu último crush disse que eu sou fora da média.

    Aí eu perguntei:

    – E como são esses encontros? São prazerosos para você?

    – Nem sempre. Eu gosto da minha performance, me sinto bem fazendo o homem ter prazer, mas nem sempre chego ao clímax da relação e muitas vezes fico um pouco frustrada. Inclusive na última vez que saí com um homem muito interessante e que também estava muito interessado por mim, transamos sem proteção, porque ele não quis usar o preservativo. Depois fiquei me sentindo péssima, além do medo né!

    – Você falou para ele usar o preservativo?

    – Sim, mas ele pediu pra eu esperar e que não queria parar naquele momento, depois disse que não tinha.

    – E você pegou o seu na bolsa?

    – Não, porque não costumo ter um na bolsa.

    – E por qual razão você não tem?

    – Ah……. O que ele poderia pensar de mim? Além disso podia até não querer mais!

    Gente, esse fato é o mais comum em consultório, do que se imagina, quando o assunto é o uso do preservativo.

    E a pergunta que fica para nossa constante reflexão é:

    Por que uma mulher coloca sua saúde física e emocional em tamanho risco, quando se vê diante de um homem que não está nem um pouco preocupado com o pedido dela e só pensou no próprio prazer de forma tão irresponsável?

    Esse é um sintoma muito claro que muitas Marias estão querendo agradar, servir e dar prazer, na ilusão de serem desejadas, amadas e aceitas. Essa carência por atenção, aceitação e acolhimento é um importante sinal de autoestima baixa.

    Portanto, se você conhece algumas Marias e percebe que elas passam por situações parecidas, sugira a elas que busquem ajuda profissional.

    É possível sair dessa condição de carente e escolhida, para ser a protagonista da própria vida, e escolher com base em seus próprios valores o seu par ideal. 

    Muitas mulheres passam por isso e muitas conseguem sair dessa situação. Basta decidir buscar ajuda.

    Nos próximos artigos trarei outras histórias que mostram com a baixa autoestima se mostra na vida da maioria das mulheres que atendo.

    Fica de olho!

  • OUTRA VEZ COM ESSE PAPO DE AUTOESTIMA?

    Não é sobre beleza é sobre saber o seu valor

    Eu sempre volto a esse tema, porque para mim está mais do que evidente que as pessoas, (em especial as mulheres e eu me incluo nessa) tem ou já tiveram problemas com a autoestima.

    E muitas de nós já se renderam à crença de que é necessário estar bem arrumada, maquiada e linda para ter sucesso no amor e na vida profissional.

    Quero deixar claro que não estou excluindo os homens quando falo de autoestima. A questão é que para nós, esse tema é muito gritante e impacta nossa vida em todos os nossos papeis.

    Caso você esteja chegando agora por aqui, dá uma olhada nos artigos anteriores onde eu falo sobre os comandos que elevam a autoestima. E para que todas e todos entendam um pouco melhor, vou explicar como se forma nossa autoestima.

    Quando éramos crianças nos enxergávamos através dos olhos dos adultos que cuidaram de nós. E essas pessoas (sem saber das consequências) disseram coisas sobre nós a partir do olhar e da bagagem emocional delas.

    Isso pode parecer um pouco complicado no início, mas sei que vai entender.

    Esses adultos, nos diziam coisas do tipo:

    • Que menina chata, que fala demais!
    • Nossa, você não gosta de nada!
    • Que horror! Puxou o pai ou a mãe!
    • Ela é assim mesmo, uma manteiga derretida. Chora por qualquer coisa!
    • Como você é desorganizada.
    • É muito tímida!
    • Essa criança não come nada. Ela é muito enjoada.
    • Vixe! Ela não gosta de estudar
    • É muito bagunceira e larga tudo jogado
    • Só pensa em gastar. Pensa que dinheiro nasce em árvore

    Você percebeu de onde vem a imagem que tem de você mesma/o?

    Pode ser que tenha ouvido coisas parecidas ou diferentes, melhores ou piores talvez. Não importa. O importante é perceber se o que pensa de você mesmo/a é seu ou de outra pessoa.

    A verdade é que tudo que ouvimos de positivo ou negativo, dos pais, cuidadores, escola, igreja, avós e qualquer outra pessoa de importância na nossa infância, foi determinante para construirmos a nossa imagem e reconhecermos o nosso valor.

    Algumas pessoas (poucas) reconhecem o seu verdadeiro valor e se percebem merecedoras do amor, do prazer, da abundância e da prosperidade.

    A grande maioria, tem um sentimento de menos valia, inadequação e não merecimento. Até dizem que podem e querem ter o que quiserem, mas suas ações e resultados mostram o contrário. Porque a mente pensa, mas o coração não sente isso de verdade. E por esse motivo sentem um grande vazio, mesmo quando compram as melhores roupas e estão sempre bem arrumadas.

    Diariamente atendo mulheres super bem sucedidas no trabalho, lindas, financeiramente estáveis, mas que precisam constantemente da aprovação dos outros e rastejam por atenção e carinho. E mulheres que tem um amor, mas não conseguem lidar com os desafios de uma relação.

    A boa notícia é que existem meios de sairmos desse estado de baixa autoestima para vivermos uma vida mais leve, abundante e prazerosa, reconhecendo nosso verdadeiro valor.

    É fácil?

    Nem sempre, porque muitas vezes dói olhar para o precisa ser olhado, de fato. Em muitos casos é necessária ajuda profissional. Porém, não olhar para essa dor, fingir que está tudo bem, continuar triste, com a sensação de vazio e repetindo os resultados negativos também dói.

    A mudança começa com a decisão de qual dor queremos sentir. Eu escolhi buscar ajuda e encarar as dores da minha criança interior e viver melhor. Por isso hoje sou capaz de ajudar outras pessoas.

    E você, que dor escolhe? Enxergar o seu valor, ou continuar acreditando no que disseram sobre quem você é?

  • SEUS RESULTADOS NA VIDA TÊM TUDO A VER COM SUA RELAÇÃO FAMILIAR!

    Você sabia disso?

    Não é novidade para ninguém que nosso primeiro contato com as pessoas se dá em família e seja qual for o formato dessa família.

    Algumas pessoas, ao nascer, foram cuidadas por outras pessoas que, de certa forma, formaram seu primeiro contato com as pessoas e com o mundo. E mesmo sem a convivência com a família biológica, todas as pessoas tem um pai, uma mãe e uma ancestralidade. Ninguém nasceu de chocadeira….rsrsrs

    Esse é um assunto bastante interessante, intenso e delicado ao mesmo tempo. Só que não é propriamente sobre isso que quero falar hoje.

    Quero trazer o olhar para a família que você vive, seja ela biológica ou não.

    No ambiente familiar, observamos as primeiras noções de sobrevivência, de referências, crenças, conceitos e preconceitos. É nessa família que aprendemos quase tudo que carregamos para toda a nossa vida. E é na nossa primeira infância que nossas primeiras emoções são impressas no nosso coração e na nossa alma (para quem acredita em alma, é claro). E é claro que também trazemos muitas impressões da nossa ancestralidade, mesmo sem nenhum contato consciente com ela.

    E como não sabemos o que se passa em nosso inconsciente, só lembramos do que ficou registrado nas nossas lembranças.

    Então, na prática, você deve lembrar do quanto se sente uma pessoa amada ou não a partir das ações dos adultos que te criaram e educaram.

    Sendo assim, suas atitudes, estão totalmente ligadas às suas referências familiares, mesmo quando você tenta fazer tudo diferente. E muitos de nós, por algum tempo, ou por toda a vida, tenta ser diferentes daquilo que aprendemos.

    Infelizmente, muitas pessoas vivem em ambientes pouco saudáveis e abusivos, cheios de hostilidade, julgamentos, comparações, competições, cobranças, incompreensão, exigências, punições, proibições, escassez, privações e violência. E o mais trágico ainda é que muitas vivem todas essas situações.

    E por que devemos nos preocupar com isso?

    Porque as consequências na vida de pessoas vítimas de ambientes tóxicos, são muito impactantes e em maior ou menor grau elas desenvolvem os comportamentos que definem seus resultados.

    • Elas podem reproduzir as mesmas atitudes (de alguma maneira) quando se tornam pais e mães.
    • A grande maioria se autossabota e não consegue evoluir na vida
    • Mesmo que se esforcem para fazer diferente, muitas vezes se envolvem a em novas relações abusivas
    • Um grande número se rende às compulsões e aos vícios
    • Nos piores casos, muitas chegam a atentar contra a própria vida

    Aliás, aqui quero abrir um parêntese sobre o número crescente de jovens que tiram a própria vida em todo mundo e que nós precisamos tomar providências urgentes para conter essa outra pandemia. Confira os dados em https://delas.ig.com.br/2021-10-05/saude-mental-crianca-adolescente-unicef.html

    Agora, a partir dessa clareza, você pode começar a pensar sobre os seus resultados, as experiências da sua educação e as emoções trazidas da sua infância e adolescência.

    É importante eu te dizer que essa análise deve ser feita sem o julgamento de “certo e errado” sobre as pessoas envolvidas na sua educação e sim de um entendimento de que elas fizeram o que sabiam fazer naquele momento. E que depois que nos tornamos adultos, cada um é responsável pelo próprio destino, sem culpas e com a certeza que é possível ter resultados melhores.

    Talvez você precise de ajuda profissional e está tudo bem!

  • QUE TIPO DE RELAÇÕES VOCÊ QUER VIVER?

    Saudáveis ou tóxicas?

    Sempre que eu faço essa pergunta às pessoas, elas têm dificuldades na resposta. Primeiro porque, a maioria, só consegue dizer o que não quer e, principalmente, porque não tem clareza sobre essa diferença.

    Quando eu falo de relações, estou me referindo a todas as formas de relacionamentos, porque nós assumimos vários papeis em nossa vida. E é grande o número de pessoas que vive o mesmo padrão nesses vários papeis:

    • Pessoais
    • Profissionais
    • Familiares
    • Amorosos
    • Sexuais
    • Parentais
    • Fraternais
    • Amigáveis

    Comumente quem vive uma relação tóxica no trabalho, por exemplo, repete esse padrão em um ou mais papeis na vida. E quem já viveu uma relação amorosa abusiva, também repete esse padrão quando muda de parceiro ou parceira.

    Essa repetição de padrão traz a sensação que isso é normal e que viver dessa maneira é a única possível. Por isso a maioria das pessoas que eu atendo, não percebe a diferença entre uma relação saudável e tóxica. E quando percebe, tem dificuldade de mudar esse padrão.

    E por que isso acontece?

    Existe um conjunto de fatores e muitas teorias a respeito desse fato. E eu particularmente, gosto da teoria do olhar familiar sistêmico e dos fatores culturais. Ou seja, repetimos padrões porque estamos conectados a todas as pessoas do nosso sistema familiar e por amor, culpa, medo, raiva, alegria, dor e outras emoções e crenças, vamos reproduzindo (de forma inconsciente) algumas atitudes e maneiras de viver nossas relações.

    É claro que essa explicação é bem simplista e resumida, somente para não me alongar demais. Porque o que eu quero trazer aqui é o que eu entendo por relações saudáveis e te ajudar a perceber a diferença entre relação tóxica e saudável para que você possa escolher qual delas quer viver.

    Eu entendo como relação saudável, uma relação colaborativa e respeitosa, na qual as pessoas (juntas) estão focadas na solução dos conflitos.

    Sim! Todas as relações têm conflitos e eles são importantes para nosso crescimento. O segredo está exatamente na forma como lidamos com eles.

    Já uma relação tóxica é aquela que as pessoas buscam culpados, se julgam, se condenam, se agridem emocionalmente e até fisicamente.

    Agora que você já entendeu a diferença, qual delas quer viver daqui em diante?

  • CUIDADO COM O ALTO NÍVEL DE ENERGIA MASCULINA

    Atenção para esse fato mulheres!

    Todos os dias atendo mulheres com uma capacidade incrível de trabalho e alta demanda em cada papel assumido na vida: profissional, mãe, esposa, filha, amante e amiga.

    E, comumente, essas mulheres multitarefas entendem que precisam dar conta de tudo e por conta da exigência consigo mesmas se cobram e se culpam o tempo todo por coisas que deixaram para traz ou pior, vivem ansiosas e preocupadas com o tanto de coisas que precisam fazer.

    E para conseguirem dar conta de tudo elas acabam elevando o nível de energia masculina e, automaticamente, baixam o nível da energia feminina.

    E qual o problema disso?

    • Desconexão com a própria essência
    • Falta de percepção com seu corpo e seus ciclos
    • Distanciamento de suas emoções
    • Sensação de vazio
    • Irritabilidade
    • Ansiedade
    • Exaustão

    É comum também que essas mulheres se desconectem dos seus parceiros, ou que seus parceiros deixem tudo por sua conta e não cooperem para o bom andamento da casa, dos filhos, das finanças, etc….

    Aí você deve estar se perguntando? Ah….então quer dizer que quando o parceiro não participa é responsabilidade da mulher?

    E eu respondo: cada um tem a sua responsabilidade nessa relação! E a responsabilidade da mulher é reequilibrar as energias masculina e feminina que todos os seres humanos trazem dentro de si.

    Para que você entenda melhor a energia natural de cada ser.

    A energia masculina é de foco, força e determinação.

    E a energia feminina é de espera, acolhimento e nutrição.

    A questão é que quando a mulher vive o tempo todo com a masculina alta, o organismo precisa fazer um esforço muito maior, por isso a exaustão.

    Quando tomamos consciência desse fato em nossa vida, aprendemos a equilibrar essas energias.

    Por exemplo: Se você está numa competição esportiva ou muito empenhada em colocar um projeto de trabalho no mundo, vai precisar subir a energia masculina, porém se estiver no seu papel de esposa, de namorada ou de mãe, precisa subir sua energia feminina.

    É simples, mas sei que para muitas de nós isso não é fácil. No entanto se quisermos uma vida mais leve e saudável, precisamos aprender.

    E para te ajudar nessa, vou te propor algumas ações:

    Experimente:

    •  Se dar um tempinho por dia para não fazer nada
    • Exercitar a paciência e esperar o tempo das pessoas
    • Olhar no espelho com calma e dançar sua música favorita
    • Fazer pelo menos uma refeição por dia sem pressa
    • Cantar quando estiver triste ou preocupada
    • Dar atenção às suas emoções e não engolir o choro

    Essas são apenas algumas maneiras que podem te ajudar a elevar sua energia feminina e te trazer uma incrível sensação de leveza.

    Lembre-se: Você pode e tem direito de ser mais leve e feliz.

  • AUTOCUIDADO E AUTOAMOR – QUAL A DIFERENÇA?

    Comandos essenciais para elevar nossa Autoestima

    Hoje quero te contar como esses dois conceitos são mal interpretados e entendidos quando o assunto é autoestima.

    E como já falei em artigos anteriores, manter a autoestima elevada não é tão fácil quanto parece. E aqui vou falar sobre essa diferença e importância na vida de todas as pessoas e, especialmente, na vida das mulheres.

    O Autoamor está muito ligado ao comando da Aceitação, mas não somente isso. É muito importante aceitar quem somos, como somos e aceitar que não temos como mudar o que já passou.

    Quando falo do Autoamor, entendo que precisamos ir um pouco mais fundo: Eu aceito quem sou, como sou e tudo que já fiz ou deixei de fazer sem carregar as correntes da culpa. Eu, simplesmente, me perdoo. Acolho minha dor, percebo o quanto me senti mal em determinada situação e me perdoo. Quando entendemos que não tínhamos maturidade emocional ou recursos suficientes para fazer diferente, nos livramos da culpa e seguimos em frente.

    É fácil fazer isso sozinha? Para algumas pessoas sim, mas a grande maioria precisa de ajuda. E quando percebemos a importância dessa ressignificação do nosso passado, a autoestima se eleva. ´

    Eu acredito que precisamos honrar tudo que já vivemos até chegarmos onde estamos.

    Já o Autocuidado émais simples de entender: É a forma como cuidamos da nossa saúde física, emocional, afetiva e sexual, mental e espiritual.

    Muitas pessoas acreditam que fazer atividade física é entrar numa academia e malhar. E eu já disse em outros artigos que atividade física precisa ser aquela que a gente gosta. Só assim faremos com maior dedicação.

    Os cuidados com a pele, com o corpo e com a alimentação também. Não precisa se martirizar porque não entrou na onda dos veganos, se você gosta de carne, está tudo bem! Basta criar hábitos alimentares mais saudáveis, como por exemplo diminuir ou melhor ainda, tirar açúcar, refrigerantes e outras coisas que você sabe que não fazem bem à saúde. Cuidar dos excessos alimentares é um bom começo.

    Outro ponto importante do autocuidado é como cuidamos da nossa saúde mental. O que estamos vendo e ouvindo na mídia e redes sociais; como estamos cuidando da nossa espiritualidade (independente de religião); como estamos cuidando das nossas relações pessoais.

    Todos esses cuidados, não podem excluir a nossa sexualidade. Como encaramos esse tema? Será que os tabus e preconceitos ainda te atrapalham quando o assunto é esse?

    Atenção especial para a mulher: Você cuida da sua vulva com o mesmo cuidado que cuida da pele do seu corpo?  Se nunca pensou nisso, dá uma olhada nesse link https://www.instagram.com/p/CLojTBRhx1b/?utm_source=ig_web_copy_link e aprenda como é importante cuidar e hidratar sua vulva.

    Precisamos olhar o autocuidado de forma ampliada para que nossa autoestima esteja sempre elevada. Só assim seremos capazes de lidar com todos os desafios da vida com mais segurança e sem nos abatermos facilmente.

    E como ainda não somos anjos, precisamos nos fortalecer para vivermos mais leves e felizes, mesmo com todos os desafios que a vida nos apresenta. Não é mesmo?

  • AUTOESTIMA

    Explicando alguns comandos…

    No artigo anterior, eu citei os 10 comandos para ativar esse poder que te faz brilhar:                               A autoestima!

    E dentre esses 10 comandos, hoje eu vou destacar dois, da maneira como eu os enxergo.

    A Autorresponsabilidade é essencial para entender que precisamos assumir a nossa parte na história e pararmos de responsabilizar pessoas, acontecimentos, circunstâncias, leis naturais e qualquer outra coisa externa a nós mesmas/os.

    E isso não significa carregar culpas ou tentar controlar situações e pessoas. Significa entender qual é a nossa parcela na compreensão, aceitação e movimento de mudança diante da reação de alguém ou de um fato ocorrido. Mesmo em situações não provocadas por nós, a qual sofremos algum insulto ou algo mais grave, existe a nossa responsabilidade de entender e ressignificar os sentimentos em relação ao ocorrido. Assim, deixamos acreditar que esse fato define quem somos e determina nossas ações.

     Vou dar um exemplo para ficar mais fácil de entender: Quando eu era criança, minha mãe não era muito carinhosa comigo e por muito tempo eu busquei esse carinho em outras pessoas. Eu acreditava que minha mãe era culpada por muitos dos meus problemas e por anos eu acreditei nisso. Até o dia que entendi que era minha responsabilidade me dar carinho e resolver meus problemas como uma pessoa adulta.

    É claro que eu não consegui fazer isso sozinha e precisei de ajuda profissional para entender e ressignificar esse fato em minha vida. Porque aqui estou falando de sentimentos e emoções trazidos de muito tempo em meu coração.

    E é assim que acontece com quase 100% das pessoas.

    Seria muito fácil, simplesmente, entender o porquê das nossas mazelas, virar uma chave racionalmente e “plim”…. Tudo resolvido… Só que não!

    Somos movidas por sentimentos e emoções que ficaram guardados em nosso inconsciente e por isso não é tão simples virar essa chave.

    Outro comando importante é a Aceitação que não significa concordar com tudo e acomodar-se diante das pessoas, fatos e circunstâncias.

    Aceitar é entender que temos nossas origens, nossas características, nossos desejos, nosso jeito de pensar e sentir todas as coisas. Somos seres únicos. E a partir desse entendimento nos libertamos da autocobrança e perfeccionismo, compreendendo também, que não podemos exigir das pessoas o que elas não podem, não são capazes ou não querem nos dar.

    E cá pra nós, como é difícil aceitar que a outra pessoa não quer fazer algo ou estar ao nosso lado. Não é mesmo?

    Quando entendemos a importância da aceitação, nos libertamos da necessidade de controlar tudo e todos. Entendemos que algumas coisas em nós mesmas/os não podem e nem precisam ser mudadas.

    Outro exemplo: Minha filha tem o cabelo cacheado e quando era mais nova sofria muito porque queria ser como as meninas de cabelo liso. Vivia fazendo progressiva e quando o cabelo crescia 1 cm ela já entrava em sofrimento porque a raiz já começava a mostrar o que era de verdade. A partir do momento que ela resolveu assumir e aceitar sua verdadeira beleza a vida ficou mais leve.

    Se ao ler este artigo, você percebeu que tem dificuldades com esses dois importantes comandos, arrisco dizer que sua autoestima não está muito legal e que é bom refletir sobre o que você pode fazer para melhorar.

    Continue por aqui porque no próximo, eu vou falar mais sobre outros comandos. Ok?

  • AUTOESTIMA

    10 Comandos para ativar esse poder

    Como já falei no artigo anterior, manter a autoestima elevada, não é uma tarefa fácil porque as influências da nossa educação, nossas emoções interrompidas e as exigências do mundo externo, tem o poder de nos colocar para baixo e nos fazer acreditar que somos incapazes e menores do que podemos ser.

    E não basta, apenas, sair com as amigas ou fazer compras para levantar o astral. Esses movimentos são importantes, mas não são apenas eles que colocam a mulher no estado de autoestima elevada. E vou te dar alguns exemplos clássicos:

    • Após uma noitada com as amigas ou uma tarde de compras é muito comum nos sentirmos culpadas, com uma sensação de vazio, ou até mesmo um certo arrependimento.
    • Também é muito comum as comparações com as amigas e o sentimento de menos valia ou de não pertencimento ao grupo.
    • Outra sensação muito comum é a culpa pelos gastos com as compras, que na grande maioria são levadas pela emoção do momento.

     É importante saber quais os comandos para manter a autoestima alta de forma plena e constante.

    Então vamos lá:

    • O primeiro deles é a AUTORRESPONSABILIDADE para assumir o comando das próprias ações e emoções. Mesmo aquelas vividas na infância. Agora, na vida adulta, não dá mais para ficar responsabilizando outras pessoas ou situações.
    • O segundo é a ACEITAÇÃO e isso não significa concordar e se acomodar, significa aceitar os acontecimentos, a própria origem, as próprias características e entender que não temos controle sobre nada que é externo e sim sobre o que está em nós.
    • O terceiro comando é o AUTOAMOR, ou seja, olhar para o passado com respeito e entendimento que todos os erros e acertos foram importantes. Praticar o autoperdão e entender que para as coisas erradas não tínhamos maturidade ou recursos suficientes para fazer diferente.
    • O quarto é o AUTOCUIDADO. Aí sim vamos olhar para os cuidados com nossa saúde física, mental, espiritual, emocional, afetiva e sexual. Esse comando é um dos mais complexos, porque está muito ligado às nossas crenças, permissões e emoções interrompidas. ( Esse comando é um dos mais difíceis para algumas mulheres).
    • O quinto comando é a ATIVAÇÃO e equilíbrio das energias masculina e feminina que nos move.
    • O sexto é o POSICIONAMENTO que significa como eu me posiciono diante dos fatos, dos julgamentos, da exigência do mundo externo e das demandas diárias
    • O sétimo é entendermos o poder da FÉ.
    • O oitavo é a prática da GRATIDÃO
    • O nono é a SINTONIA com o Universo, porque tudo é vibração
    • O décimo é o MOVIMENTO constante de evolução.

    Pois bem… Só quando a gente aprende a usar esses comandos, é que conseguimos manter a nossa autoestima elevada equilibrada.

    É muito importante buscar ajuda profissional para conseguir equilibrar todos esses comandos, porque nem sempre é fácil lidar com tudo isso sozinha.

    Agora me diz: Será mesmo que só aquela passadinha no salão de beleza resolve?

  • AUTOESTIMA

    O poder que te faz brilhar!

    Você já se arrumou toda linda para ir a algum lugar, mas ficou se sentindo mal e com receio de alguém te julgar pela sua roupa?

    Parece que está sempre precisando da aprovação de alguém?

     Você se compara com outra pessoa e acha que ela está melhor que você?

    Por muito tempo se comportou tendo como referência outras pessoas?

    E quando alguém te faz um elogio e você acha que a pessoa está só tentando te agradar?

    Fica frustrada quando tem dificuldade de se posicionar para não desagradar alguém e acaba se chateando por isso?

    Se você se identificou com alguma dessas perguntas, continue por aqui!

    Muito se fala sobre autoestima e há um certo equívoco no entendimento sobre o que é isso na prática.

    Comumente atendo mulheres que acreditam que uma passada no cabelereiro e na manicure é suficiente para elevar a autoestima, outras entendem que sair com as amigas é o suficiente, há ainda quem acredite que uma boa noite de sexo com alguém incrível vai resolver, também tem aquelas que pensam que estar com o corpo sarado é suficiente.

    Na verdade, tudo isso é importante desde que ao voltar para casa a pessoa se sinta bem e confiante para seguir sua vida acreditando em seu potencial para tocar sua vida e seus projetos.

    E por falar em projetos, eles são essenciais como sustentação da autoestima elevada. E como falei em algum artigo anterior, projetos não precisam ser grandiosos, podem ser simples e executáveis.

    Muitas mulheres bem situadas profissionalmente, chegam para o atendimento com a autoestima no pé e se queixam que sentem um vazio no peito ou a falta de um grande amor. Outras que estão em um relacionamento, também tem a queixa de um vazio no peito e não conseguem sentir alegria ou se sentem incompetentes na educação dos filhos.

    Todas essas situações são recorrentes, principalmente entre as mulheres. É claro que entre os homens também acontecem, porém, como a grande maioria tem dificuldade de se expor e buscar ajuda, passam a ideia de que está sempre tudo bem em relação à sua autoestima.

    E por que isso acontece? Por 3 razões

    • Emoções e sentimentos inconscientes trazidos da nossa infância
    • Crenças limitantes
    • Nossa educação machista e patriarcal

    O que quero trazer aqui é a clareza de que autoestima alta é uma sensação constante de poder. Sim! De poder de realização, poder de decisão e de posicionamento. É quando somos o que somos e nos sentimos bem assim. Sem aquele vazio no peito.

    A questão é que para alcançarmos esse estado não basta dar uma passada no salão de beleza e achar que isso vai resolver. É claro que é um bom estímulo e levanta o astral, porém, essa ação isolada não garante que nossa autoestima esteja alta.

    Para a manutenção da autoestima elevada, precisamos acionar alguns comandos que tem esse poder de elevação.

    E quais são os comandos?

    Para não ficar cansativo, no próximo artigo falarei sobre eles. Fica de olho!

  • Procrastinação

    Depois, mais tarde, amanhã, segunda-feira…. Eu ia fazer, mas tive que sair com meu filho; atender minha mãe; arrumar a bagunça; tive dor de cabeça; o chuveiro pifou; o carteiro chegou; minha amiga me ligou; fui ver uma postagem na rede social, o tempo passou e nem percebi…. E por aí vai….

    E assim o tempo vai passando, os prazos estourando, a vida das outras pessoas acontecendo e quem procrastina vai ficando para trás.

    Muita gente acredita que essa “arte de deixar para depois” atrapalha só a vida profissional ou acadêmica, mas eu posso garantir que também atrasa muito a vida pessoal.

    Quem nunca deixou para depois um exame médico, a manutenção do carro, a ligação para uma pessoa querida, a visita ao dentista, a leitura, a dieta, a atividade física?

    E aquele trabalho da faculdade que tem até um prazo legal, mas a pessoa vai correr na última semana… E o relatório que o chefe pediu ou a lista de fornecedores do seu negócio?

    Você conhece alguém assim, ou já se viu nessa situação? Isso é procrastinar!

    Cada pessoa encontra um motivo (ou vários) para adiar o que precisa ser feito.

    Normalmente, pessoas procrastinadoras sofrem por não realizarem o que desejam e acabam com a sensação de incapacidade, cansaço e frustração. Porque aquilo que se deixa para depois fica martelando na cabeça. Não é que quem procrastina é vagal, é que existem alguns outros motivos (muitas vezes inconscientes) que levam a esse comportamento.

    Podem ser:  por crenças limitantes e autossabotadoras; por questões de saúde ou falta de vitaminas; por falta de organização; por fatores genéticos ou por motivos pontuais e propositais.

    Sim, estudos falam sobre fatores genéticos.

    https://epoca.oglobo.globo.com/vida/noticia/2014/04/costuma-deixar-tudo-para-depois-bculpe-seus-genesb.html#:~:text=Uma%20nova%20pesquisa%20sustenta%20que,uma%20tend%C3%AAncia%20a%20comportamentos%20impulsivos.

    Entender o porquê pode ser importante, porém, o mais importante é buscar mecanismos de vencer esse comportamento que atrapalha demais a vida de muita gente.

    E como vencer esse desafio?

    Em minha opinião, o primeiro passo é ter clareza sobre seu “pra que” – falei sobre isso em artigos anteriores, volta um pouquinho)

    O segundo é manter a energia vital em dia, cuidando da saúde física e mental

    Outro ponto é entender quais são as crenças que te limitam e te colocam em dúvida em relação aos seus sonhos, desejos, prazeres e capacidade.

    Também é essencial alinhar sua rotina e identificar tudo que tira sua atenção e te distrai do seu caminho.

    O mais importante é não desistir dos seus sonhos, parar de olhar para o resultado das outras pessoas e buscar os seus. Sejam eles pessoais ou profissionais.

    Fica aqui uma dica que você pode começar a experimentar hoje: escolha 3 grupos de WhatsApp para sair e programe-se para ver notícias e redes sociais apenas duas vezes por dia. Pode ter certeza que já terá um ganho significativo de tempo e sanidade mental.

    Pode ser que sozinha, você tenha mais dificuldade e demore mais tempo para encontrar causas e soluções para a sua procrastinação, porém se buscar uma ajuda profissional seus resultados, certamente, virão mais rápidos.

    A escolha é sua!